Tive a oportunidade de dar uma vista de olhos no recém publicado livro “Solo Duet Training” escrito pelo Dr. James Boldin. À primeira vista pensei que se tratava de uma substituição da parte de piano/orquestra por um acompanhamento de uma outra trompa. Devo dizer que foi para mim uma agradável surpresa, descobrir que este livro era muito para além disso. Trata-se realmente de Música de Câmara! Muito melhor do que simplesmente acompanhar, permite aos alunos trocar de partes e desta forma ficar a conhecer melhor as outras vozes musicais. Geralmente os alunos têm tendência a praticar apenas as suas partes e isto significa apenas um lado da história. Tal como um actor, um trompista tem que preparar cuidadosamente a sua parte mas fazer música implica ao mesmo tempo um domínio técnico e a capacidade de contar uma história. Estes duos são um passo à frente para formar músicos e não simplesmente instrumentistas e dão igualmente aos alunos a possibilidade de darem uma espreitadela no que a outra parte "está a dizer", inspirando-os a olhar para o futuro em antecipação ao que farão com piano ou orquestra.

Ricardo Matosinhos

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Este livro foi publicado em 2015 pela Mountain Peak Music

O peso de uma trompa tem impacto nas características sonoras do instrumento, mas na maioria das vezes também se reflete nas costas no trompista. Muitos trompistas desenvolvem problemas nas costas devido a uma trompa muito pesada. Claro que estes problemas também podem advir de má postura corporal, um instrumento que não adequado às características físicas do trompista, ou falta de descanso regular.

Decidi criar este post com informação que recolhi em sites de diferentes Fabricantes de Trompa e com informação enviada por utilizadores. Os trompistas mais jovens devem ter um cuidado especial, evitando instrumentos demasiado grandes ou pesados, portanto a melhor escolha poderá ser uma trompa de crianças (em Fá ou Si bemol), uma trompa simples (em Fá ou Si bemol) de tamanho normal, ou mesmo uma trompa compensada. Este assunto deverá ser sempre discutido com o seu professor de trompa, que poderá aconselhar qual o instrumento adequado, de acordo com as características físicas ou necessidades específicas.

Recentemente encontrei umas fotos antigas que tirei tocando trompa durante um eclipse solar. No eclipse de 2015 tentei repetir a experiência, mas o tempo nublado não o permitiu... Dá para notar nas sombras o formato do eclipse!

Durante a prática musical, por exemplo, numa aula de música ou numa prova, é por vezes necessário recorrer a notas aleatórias, para escolher a escala que o aluno irá tocar.

Lembrei-me de um dado musical, pesquisei e vi que existem algumas alternativas no mercado usando a nomenclatura Anglo-Saxónica do nome das notas, mas não encontrei nenhum com os nome das notas no sistema usado em Portugal. Assim sendo, deitei mãos à obra e decidi criar o meu próprio dado musical.